Análise de InstagramCada marcador aponta um achado exatamente onde ele mora no perfil, e cada publicação da grade abre com a leitura dela. Nada aqui é opinião solta: tudo saiu do que está publicado. Leitura de 28/09/2026, sobre as 36 publicações mais recentes. O botão no topo alterna entre o perfil como está hoje e uma proposta que só reorganiza o que já existe.

A bio tem duas linhas, "Comercial•Marketing" e "🇧🇷Made in Santos📍São Paulo-SP 🤍Bahia-BA". Não há corte: nada fica escondido atrás do "mais", tudo o que está escrito já é visto por quem chega. O campo de nome traz apenas "Marcos Ferreira", a categoria é "Figura pública" e não há link na bio.
No conteúdo o contraste é visível. A capa de 04/09/2026 é um retrato de corpo inteiro no terreno da festa, de chapéu de cowboy, com uma credencial azul escrita "PRODUÇÃO" pendurada no cinto; a legenda dessa publicação agradece ("Obrigado a todos que tornaram isso possível!") e marca 6 contas, sem dizer qual é a função dele ali.
Ele tem selo de verificado, 13.008 seguidores, 512 publicações e engajamento mediano de 1,45%, mas o cabeçalho não informa de que área comercial se trata nem para quem, e não oferece destino: as 36 publicações somam 7.311 curtidas e 821 comentários sem nenhuma porta de saída. O Instagram indexa na busca o @ e o campo de nome, então quem procura pelo nome dele encontra, quem procura pelo assunto não.
Como não há corte, o espaço que sobra na bio está livre, não disputado por nada: dá para usar o campo de nome com nome mais tema, completar a segunda linha dizendo de que negócio se trata e para quem, e colocar um link com o destino que ele quiser receber contato. Toque em "Como poderia ficar", no topo, para ver como fica.
São 57 capas. Há "Eventos", "Eventos 1", "Eventos 2" e "Eventos 3"; "Dia a dia", "Dia a dia 2" e "Dia a dia 3"; "CARNAVAL", "CARNVAL 2", "Carnaval 3" e "Carnaval 4"; "SHOWS", "Shows 1" e "Shows 2"; "Familia ❤️", "Familia 2" e "Familia 3"; "REPOST" e "Repost"; "NATAL" e "NATAL ❄️".
O acervo é um ativo raro: viagem, evento, show, bastidor de TV, família e trabalho, tudo já gravado e guardado. O problema é de ordem, não de material. Dois destaques levam o nome Sorocaps, "SOROCAPS 2" é o 10º da fila e "Sorocaps" é o 28º, e "Work" é o 55º de 57. Nenhuma das 36 legendas do período cita a Sorocaps, embora as legendas nomeiem várias outras marcas e casas, como @wepink.br, @wegym_br, @vilajk, @villacountry, @ctnsp, @bailedobb e @mboombeauty.
O lado profissional está na prateleira, mas está mudo. A saída é juntar as capas repetidas em um destaque por tema e puxar para as primeiras posições as duas ou três que respondem a quem chega para negócio. É reorganização de material já publicado, sem gravar nada novo. Toque em "Como poderia ficar", no topo.
São 821 comentários para 7.311 curtidas nas 36, e nenhuma publicação ficou sem comentário. No grupo de frase de vida (10 publicações) a mediana é de 14,9 comentários por 100 curtidas, contra 7,8 do bastidor (15 publicações), 8,2 de lugar e viagem (6) e 6,5 de homenagem (5). No agregado a distância é a mesma: 20,0 por 100 no grupo de frase, 8,3 por 100 no bastidor.
Não é comprimento de texto: a legenda mediana do grupo de frase tem 118,5 caracteres, menos que os 149 do bastidor. O que puxa comentário é a legenda ser uma posição dele, em primeira pessoa, e não a descrição do que aconteceu. As legendas já repetem um repertório próprio: "Deus" em 7 das 36, "momento" ou "momentos" em 10, "vida" em 8, "história" em 6, além do bordão "Bora viver", em 2. É o recurso mais barato do perfil, porque não depende de agenda nem de convite.
Os dois grupos fazem trabalhos diferentes: o bastidor traz curtida (mediana 2,10%), a frase traz conversa (20,0 comentários por 100 curtidas). A publicação de 20/07/2026 é a prova de que dá para juntar os dois na mesma legenda: a frase de fé ("Talvez não seja no seu tempo! Mas no tempo dele!") seguida do fato comercial ("Primeira academia da rede @wegym_br"), e o resultado é a melhor das 12, com 3,86%.
As duas melhores publicações das 36 são exatamente as duas em que ele anuncia a abertura de um negócio. Em 22/08/2025, "Primeira Loja Física @wepink.br já é realidade, foi um sucesso!", com 1.036 curtidas e 81 comentários, 8,59%. Em 20/07/2026, "Primeira academia da rede @wegym_br", com 479 curtidas e 23 comentários, 3,86%. São as posições 1 e 2 quando as 36 são ordenadas por engajamento, e a média das duas é 6,22%. Nenhuma outra publicação do período chega a 2,70%.
8,59% é 5,9 vezes a mediana do perfil (1,45%) e 3,86% é 2,7 vezes. Não é assunto solto: é a mesma receita nas duas, um fato com data ("primeira", "já é realidade"), a marca nomeada na legenda e as pessoas do projeto marcadas. Esse é o conteúdo mais comercial que aparece nas 36, e é justamente o que o público mais respondeu.
O ponto é de frequência: isso acontece duas vezes em 36 publicações, que cobrem de 29/11/2024 a 11/09/2026. A correção é transformar em formato fixo o que hoje depende da agenda: toda vez que uma operação abre, inaugura, entrega ou bate uma marca, publicar com a mesma estrutura dessas duas, o fato na primeira linha, a marca nomeada, as pessoas do projeto marcadas. O material existe e Marcos já está nesses lugares; falta registrar com legenda de abertura.
Classificando as 36 pelo assunto da legenda, leitura feita nesta análise: bastidor de evento, show e marca, 15 publicações, mediana 2,10%; frase de vida, 10 publicações, mediana 1,61%; lugar e viagem, 6 publicações, mediana 1,00%; homenagem a pessoa, 5 publicações, mediana 0,76%. Mesmo sem contar a melhor do período, o grupo de bastidor mantém 1,90% de mediana em 14 publicações.
A diferença é de assunto, não de esforço: 2,10% contra 0,76% é 2,8 vezes. Entre as 15 de bastidor, 10 ficam acima da mediana do perfil; entre as 6 de lugar e viagem, 1 fica; entre as 5 de homenagem, 1 fica. E a janela recente carrega o inverso do que rende: nas 12 mais recentes há 6 de bastidor (mediana 2,19%) e 3 de homenagem (mediana 0,76%).
Homenagem e viagem seguem no perfil porque contam quem ele é, e a de 11/09/2026 mostra que o grupo pode passar da mediana (2,07%); com 5 e 6 casos, o que os números autorizam é falar de proporção, não de veto. O ajuste é simples: a cada quatro publicações do mês, pelo menos duas de bastidor com fato, marca nomeada e pessoas marcadas, como as de 04/09/2026 (2,34%) e 24/08/2026 (1,48%).
São 3 vídeos em 36 publicações, e o último é de 25/10/2025, onze meses antes desta leitura. A mediana dos 3 vídeos é 0,59%, contra 1,48% das 33 imagens. Com 3 casos não dá para condenar nem consagrar o formato, e é assim que o dado deve ser lido.
Dentro dessa amostra pequena, os números vão contra o senso comum. O vídeo de 19/03/2025 marca 2,30%, acima da mediana do perfil: o áudio traz "Olha com quem eu vim almoçar, que está aqui em São Paulo, minha amiga querida Narcisa", com @narcisat marcada na legenda. Já o de 11/04/2025 fica em 0,58%, e nele o áudio traz alguém brincando sobre férias seguidas, enquanto a legenda fala de honestidade e caráter e não conta essa cena.
A diferença é de 3,9 vezes entre os dois, e o que separa não é ser vídeo, é ter acontecimento dentro. O caminho é voltar ao molde do de 19/03/2025: uma cena real, com quem está junto marcado na legenda, e a legenda contando o que se vê. Os bastidores que ele já frequenta (Barretos em 04/09/2026, o baile de 24/08/2026, a abertura de 20/07/2026) são exatamente esse material.
O difícil já está feito. Marcos publica para 13.008 seguidores com engajamento mediano de 1,45% por publicação, 4,8 vezes a mediana do Instagram em 2026 (0,30%), e as 36 publicações do período, sem exceção, ficam acima dessa régua. A audiência não só curte, responde: são 11,2 comentários a cada 100 curtidas e nenhuma das 36 ficou sem comentário. O selo de verificado já está no lugar, o acervo de destaques tem 57 capas cobrindo evento, show, viagem, família e trabalho, e o ritmo está no melhor momento de todo o período lido: 0,79 publicação por semana nas 12 mais recentes, o dobro das 0,39 do conjunto, com a mediana subindo junto, de 1,45% para 1,78%. Na comparação de mercado do bloco 06, medida no mesmo dia e pelo mesmo método, os dois perfis de maior audiência do grupo ficam em 0,76% e 0,48% de mediana: audiência grande e engajamento alto raramente andam juntos, e aqui andam.
O que falta é destino e assunto de trabalho. Não há link na bio, e a bio, que aparece inteira porque o Instagram não corta nenhuma das duas linhas, diz apenas "Comercial•Marketing", sem dizer de quê nem para quem. O campo de nome traz só "Marcos Ferreira", então quem procura pelo assunto não chega nele. Dos 57 destaques, dois levam o nome Sorocaps, mas nenhuma das 36 legendas cita a marca, e "Work" é o 55º da fila, enquanto a capa de 04/09/2026 mostra uma credencial azul com a palavra "PRODUÇÃO" que a legenda não explica. No conteúdo, o desequilíbrio aparece em número: o bastidor de evento, show e marca tem mediana de 2,10% em 15 publicações, enquanto homenagem (5 publicações) fica em 0,76% e lugar e viagem (6 publicações) em 1,00%. Some-se a isso três pausas acima de 60 dias entre 01/01/2025 e 09/01/2026, de 77, 70 e 76 dias, já superadas pela retomada de maio de 2026.
O caminho já está publicado no próprio perfil. As duas melhores publicações das 36 são as duas em que ele anuncia a estreia de uma operação: 8,59% em 22/08/2025, com 1.036 curtidas e 81 comentários, e 3,86% em 20/07/2026, com 479 curtidas e 23 comentários. A segunda mostra a fórmula inteira em duas linhas: a frase de fé que o público dele já responde, seguida do fato comercial com a marca nomeada. É o encontro entre o registro que gera mais conversa (o grupo de frase entrega 20,0 comentários por 100 curtidas) e o que gera mais curtida (o bastidor, com mediana de 2,10%), e rendeu 2,7 vezes a mediana do perfil. Repetir isso com cadência, com o link e a bio apontando para algum lugar, é o que separa um perfil muito bem lido de um perfil que converte.
Audiência de 13.008 seguidores com 1,45% de mediana, selo de verificado, 57 destaques gravados e cadência recuperada em 0,79 publicação por semana. Nada disso precisa ser construído.
Um destino e uma frase que digam qual é o trabalho: não há link na bio, o campo de nome traz só o nome e as 36 publicações somaram 7.311 curtidas e 821 comentários sem porta de saída.
Colocar o link, completar o campo de nome e a segunda linha da bio, e transformar em formato fixo a publicação de estreia de operação, que já entregou 8,59% e 3,86%.
O perfil de Marcos chega ao leitor com audiência consolidada, selo de verificado e um engajamento mediano de 1,45% por publicação, quase cinco vezes a mediana do Instagram em 2026, com as 36 publicações do período acima dessa régua. O que ainda não está escrito em lugar nenhum do cabeçalho é qual é o trabalho dele e para onde deve ir quem se interessou.
As barras seguem a ordem da grade, da mais recente para a mais antiga. Dentro de cada quadro, as linhas vão do maior para o menor engajamento. Cada barra e cada linha abrem a publicação com a legenda inteira. A janela vai de 27/05/2026 a 11/09/2026, e a mediana dessas 12 é de 1,78% por publicação.
A mediana do Instagram em 2026 é 0,30%. As doze barras acima estão acima dessa régua, sem exceção. A mais alta é a de 20/07/2026, com 3,86%, e as três mais baixas são as de 29/05/2026 (0,62%), 22/06/2026 (0,75%) e 30/05/2026 (0,76%), todas ainda ao menos o dobro da régua do mercado. Ou seja: a janela não tem ponto fora da curva para baixo, o que ela tem é uma distância grande entre o topo e o piso, e essa distância acompanha o assunto, não a data.






Quatro destas seis são bastidor de evento, show ou marca, o grupo com mediana de 2,10% em 15 das 36 publicações, e as duas restantes são uma frase de primeira pessoa e uma homenagem; a frase é o registro que puxa conversa (20,0 comentários por 100 curtidas contra 8,3 do bastidor). A de 20/07/2026 junta os dois numa legenda de duas linhas, a frase e o fato comercial com a marca nomeada, e é por isso que ela lidera. A regra prática: quando a publicação tem lugar, marca ou acontecimento com nome, este público responde acima da mediana.






Três das seis são homenagem, lugar ou viagem, exatamente os dois grupos com as menores medianas das 36 (0,76% em 5 publicações e 1,00% em 6). Não é questão de esforço de texto: a de 22/06/2026 é uma das legendas mais longas da janela. O que falta nelas é o que as de cima têm, o fato com nome próprio, lugar ou marca dito na legenda. A regra que sai daqui: quando a foto já carrega o acontecimento (a praia, o baile, a viagem), escrever numa linha o que era, onde foi e qual era o papel dele ali, e manter pelo menos duas publicações de bastidor por mês dentro do ritmo atual de cerca de 3 a 4.
A primeira linha de cada legenda é o que decide se o resto será lido. Nas 36 publicações do período, Marcos usa cinco tipos de abertura bem reconhecíveis, e a diferença de resultado entre eles é grande: de 0,75% a 1,75% de mediana, contra 1,45% de mediana do perfil. A classificação abaixo foi feita nesta leitura, linha por linha, pela forma da primeira frase (não pelo assunto da publicação), e cada grupo vem com o tamanho da amostra ao lado.
11 das 36 publicações, mediana de 1,70%, acima da mediana do perfil (1,45%). Tirando a melhor do período, as outras 10 ainda mantêm 1,59% de mediana, ou seja, o molde não depende de um caso isolado.
"Barretos, você foi exatamente o que prometeu."
04/09/2026, 2,34%. O leitor sabe já na primeira palavra onde ele estava. Nenhuma pergunta, nenhum rodeio: o fato vem primeiro.
"Primeira Loja Física @wepink.br já é realidade, foi um sucesso!"
22/08/2025, 8,59%, a melhor das 36 e quase seis vezes a mediana do perfil. É a fórmula mais completa do grupo: fato inédito, marca citada na primeira linha e 7 contas marcadas.
Todas as 11 publicações deste molde marcam alguma conta, e o grupo concentra os recordes do período: 8 marcações em 29/11/2024 (2,56%) e 7 em 22/08/2025. No conjunto das 36, marcar por marcar não move o resultado (1,48% com marcação contra 1,43% sem); o que move é ter fato na abertura.
"E até um pouco mais. Até o ano que vem!"
04/09/2026. A frase transforma a publicação em capítulo de uma série e dá motivo para voltar ao perfil.
O molde conta que ele esteve lá, nunca o que ele fazia lá. Em 04/09/2026 a capa mostra uma credencial com a palavra "PRODUÇÃO" e a legenda apenas agradece a quem tornou aquilo possível: a legenda não conta essa história. É a informação de maior valor do perfil, e ela fica de fora.
11 das 36 publicações, mediana de 1,75%, a maior entre os cinco tipos de abertura. E o detalhe que decide: as 3 em que a frase é seguida de um fato concreto têm mediana de 2,29%; as outras 8, sem fato embaixo, ficam em 1,45%.
"Talvez não seja no seu tempo! Mas no tempo dele!"
20/07/2026, 3,86%, a melhor das 12 mais recentes. A frase cria expectativa sem contar nada ainda.
"Primeira academia da rede @wegym_br"
Mesma publicação. Uma linha, cinco palavras, e a frase deixa de ser abstrata: passa a ter endereço. É exatamente o que separa 2,29% de 1,45% dentro deste mesmo molde.
"ACREDITAR! FAZ ACONTECER!!! Leia de novo!"
25/06/2026, 2,29%, com três contas marcadas. O "leia de novo" é um pedido de atenção explícito, e é o único do gênero nas 36.
"Existem momentos que você vai contar para os seus netos. Hoje foi um deles!"
30/06/2026, 2,10%. O "você" no começo e o "hoje" na sequência: primeiro o leitor se reconhece, depois descobre o que aconteceu.
Nas 8 publicações em que a convicção vem sozinha, o texto termina no próprio pensamento. Em 14/08/2026 (1,12%) a legenda é uma reflexão sobre o que importa na vida e a capa é uma praia com o Pão de Açúcar ao fundo: o fato está na foto e não na primeira linha. Uma linha a mais, com lugar ou nome, coloca essas publicações na faixa dos 2%.
5 das 36, mediana de 1,41%, praticamente a mediana do perfil. O resultado dele não está na curtida, está no comentário: 22,6 comentários por 100 curtidas de mediana, contra 8,8 de mediana no conjunto das 36. É o maior índice de conversa entre os cinco tipos de abertura.
"Sim eu vivo ocupado, mas pelo menos é cuidando da minha vida! Não da vida dos outros!!"
08/07/2026, 2,67%, a melhor deste molde, com 64 comentários para 283 curtidas. Uma frase, sem marcação nenhuma, sem hashtag.
"Eu já ouvi críticas de quem nunca construiu nada! Cheguei a Duvidar de mim mesmo!!!"
11/01/2026, 1,41%, 29 comentários. A vulnerabilidade admitida na segunda frase é o que abre espaço para o leitor responder.
"09/03 Hoje eu acordei mais velho kkkk e refletindo…"
09/03/2026, 1,81% e 94 comentários, a maior quantidade de comentários das 36. Depois da abertura vêm mais três linhas, as duas primeiras curtas, e o texto termina no bordão dele: "Bora viver!!!".
É o molde mais barato de produzir, não exige evento nem viagem, e é o menos usado: 5 publicações em 36, nenhuma delas entre as três mais recentes. Nas 12 da janela ele aparece 2 vezes.
Quando a primeira linha é dirigida a alguém (o nome ou o @ da pessoa vem antes de tudo), este público responde menos: 0,75% de mediana, com 1 das 4 acima da mediana do perfil. São também as legendas mais longas do conjunto, com mediana de 374 caracteres, contra 145 da legenda mediana das 36.
A exceção é a mais recente de todas, 11/09/2026, com 2,07%: a dedicatória a um menino, em que a primeira linha já diz que o dia é de comemorar. Vale como pista de que o molde funciona quando a primeira linha entrega o motivo, e não só o destinatário.
Quando a primeira linha é a paisagem ou a localização ("📍Bahia", em 25/01/2026, 0,90%, ou "Entre dunas, sol e muita areia…", em 25/05/2026, 1,09%), a mediana fica em 0,90%, com 1 das 5 acima da mediana do perfil. É hoje o tipo de abertura em que este público menos responde junto das dedicatórias.
A única que passou de 2% no grupo, 24/07/2025 com 2,46%, é a que não fica só no cenário: tem 60 comentários para 260 curtidas, 23,1 por 100 curtidas, bem acima da mediana de 8,8 do perfil.
A primeira linha precisa entregar um fato, ou uma convicção com o fato logo embaixo. Os dois moldes de maior mediana (1,70% e 1,75%) fazem exatamente isso. E a prova mais limpa está dentro do próprio molde 2, na mesma pessoa e no mesmo público: convicção com fato na linha seguinte dá 2,29% de mediana em 3 publicações; a mesma convicção sozinha dá 1,45% em 8.
Quando a abertura começa pelo destinatário (4 publicações, 0,75%) ou pela paisagem (5 publicações, 0,90%), a informação que faria a diferença chega tarde, depois de várias linhas, ou fica apenas na imagem. A correção é de uma linha: mover para o começo o nome, o lugar ou o acontecimento que já está na publicação, e deixar a frase de vida como remate, não como porta de entrada.
Das 36 publicações do período, 33 são imagem e 3 são vídeo. Os 3 tiveram o áudio transcrito, e em 2 deles há fala aproveitável para citar. Como conjunto, os vídeos têm mediana de 0,59% e média de 1,16%, e o mais recente é de 25/10/2025, onze meses antes desta leitura. Com uma amostra de 3 não se conclui nada sobre o formato, mas há uma diferença clara dentro dela: o vídeo em que a voz conduz a cena é o único que passa da mediana do perfil (1,45%), e passa bem.
"Olha com quem eu vim almoçar, que está aqui em São Paulo, minha amiga querida Narcisa."
Por que isso importa: é a abertura falada de maior engajamento entre os vídeos do período, e segue exatamente um dos dois moldes de maior mediana nas legendas dele, o fato com nome próprio logo na primeira frase. Foram 265 curtidas e 34 comentários, o maior dos três vídeos e 1,6 vez a mediana do perfil. O resto do áudio é a conversa entre os dois, com a amiga respondendo e brincando com o bordão dela ("Ai que loucura"), que a própria legenda confirma na hashtag. A legenda escrita, por outro lado, cabe em uma linha: "Almoço de hoje com ela!", mais a marcação de @narcisat. Fora a marcação de @narcisat e as duas hashtags, o que dá contexto à cena está dito em voz e não está escrito.
"Você tá de férias de novo? Você tá indo pra outra cidade? Fica só viajando? Como é que é esse serviço seu?"
Por que isso importa: a fala é de alguém que provoca, em tom de brincadeira, quem está sendo gravado, e não há nada no áudio que a responda. A legenda do dia segue por outro caminho: "Seja honesto, tenha caráter e nunca se esqueça de fazer o bem, pois o universo devolve o que você entrega para ele!". São duas peças boas que não se encontram: a pergunta divertida ficou sem resposta, e a frase de convicção ficou sem o fato que a sustentaria. Dentro do molde que mais rende nas legendas dele, bastaria uma linha ligando as duas coisas.
Por que isso importa: aqui a mensagem inteira está no texto, não no áudio, que não traz nenhum trecho aproveitável para citar. A legenda é uma dedicatória a @narcisat, com mais de quinze anos de amizade mencionados, e é também uma das mais longas do período. É o último vídeo publicado no perfil: de 25/10/2025 até 11/09/2026, as 21 publicações seguintes são todas imagem.
Os dois vídeos com fala mostram a mesma coisa vista de dois lados. Quando a voz nomeia a cena logo na primeira frase, o resultado vai a 2,30%, acima da mediana do perfil. Quando a fala fica solta e a legenda puxa para outro assunto, fica em 0,58%. A diferença não é de produção, é de primeira frase, exatamente como nas legendas escritas.
O que a legenda não está aproveitando. Em 19/03/2025 a voz diz quem é a pessoa, onde ela está e qual é o vínculo; a legenda escrita diz apenas que houve um almoço. Essa mesma frase falada, transposta para a primeira linha do texto, é o molde do fato com nome próprio, 1,70% de mediana em 11 publicações, sendo entregue de graça. Vale para o que ele já publica: a pauta está nas legendas e nos números do próprio perfil, do bastidor nomeado ao repertório que se repete ("Bora viver", em 2 das 36; "Deus", em 7; "momento" ou "momentos", em 10).
Com 3 vídeos em 36, e 11 meses sem nenhum, o formato ainda não teve amostra para mostrar o que rende. O teste barato é retomar pelo que já funcionou uma vez: falar em voz o fato que a legenda costuma guardar para depois.
Antes de olhar o perfil de novo, vale olhar o campo ao redor dele: a indústria brasileira de suplementos, setor em que atuam os pares usados na comparação desta análise, e o consumo puxado por recomendação nas redes. Quatro números públicos dimensionam essa janela.
O setor cresceu 15% em 2025 e movimentou cerca de R$ 7,6 bilhões. É faturamento estimado do mercado, não consumo aparente nem produção física, e o próprio levantamento trabalha com valor arredondado.
É o tamanho do bolo disputado por cada fabricante e por cada marca que decide lançar linha própria. Brasnutri, com dados da Euromonitor International, divulgado em 2026, referente a 2025.
A mesma fonte projeta que o faturamento pode alcançar R$ 13,8 bilhões até 2030. É projeção, não resultado apurado, e depende das premissas da consultoria que a fez.
O horizonte de expansão já é conhecido pelo mercado inteiro, ou seja, as marcas do setor estão sendo procuradas por todo mundo ao mesmo tempo. Euromonitor International, divulgado pela Brasnutri em 2026, projeção para 2030.
Pesquisa com 1.201 usuários de redes sociais de 16 anos ou mais, feita em março de 2026, com margem de erro de 2,8 pontos percentuais. A pergunta cobre os seis meses anteriores à coleta, e a base é de usuários de redes, não da população toda.
A recomendação de quem tem público já entrou na rotina de compra do consumidor final, e o Instagram é onde isso mais acontece. Opinion Box e Influency.me, relatório Consumo e Influência Digital, 2026.
O país saiu de 22.581 estabelecimentos ativos em 2015 para 62.718 em 2025. São Paulo responde sozinho por quase 25% de todos eles, e 46% dos municípios brasileiros já têm centros de atividade física. São CNPJs em operação, não vagas nem unidades novas do ano.
É o mapa de pontos de venda e de público em que suplemento é consumo recorrente, útil para decidir onde uma marca estreia. Panorama Setorial Fitness Brasil, 4ª edição, base 2025, divulgado em 2026.
Os dois primeiros números dizem que o setor cresce e que todo mundo já sabe disso: quando o horizonte é público, a diferença deixa de ser a oportunidade e passa a ser quem é lembrado na hora da decisão. O terceiro número diz onde a lembrança se forma hoje, e é exatamente a rede em que Marcos já tem 13.008 seguidores e 1,45% de engajamento mediano por publicação. O quarto mostra o terreno físico em que esse consumo acontece, e ele não é abstrato aqui: as duas publicações de maior engajamento das 36 são justamente anúncios de estreia de operação, uma loja física em 22/08/2025, com 8,59%, e a primeira academia de uma rede em 20/07/2026, com 3,86%.
Em resumo: o mercado ao redor está em expansão, a decisão de compra passa por recomendação nas redes e o público dele responde melhor justamente quando a publicação tem fato comercial, marca nomeada e gente marcada. O que falta não é audiência nem assunto, é dizer no cabeçalho de que trabalho se trata e deixar um destino para quem se interessou.
Comparamos o perfil dele com perfis pessoais de executivos, sócios e fundadores da indústria brasileira de suplementos: três pares de porte próximo ao dele e duas referências que mostram o teto do setor, todos com identidade e cargo confirmados em fonte pública, sem histórico problemático e sem vínculo comercial com ele. O método é o mesmo para todos, curtidas mais comentários sobre seguidores exatos, por publicação, mediana das 36 publicações mais recentes de cada perfil.
| Perfil | Seguidores | Publicações | Engajamento mediano | Selo |
|---|---|---|---|---|
| @fernandodasi_ cofundador de líder em suplementos | 225.611 | 218 | 0,76% | sim |
| @mmacchioni CEO de grupo de suplementos | 78.769 | 613 | 0,48% | não |
| @marcosferreiraaaa este perfil | 13.008 | 512 | 1,45% | sim |
| @kotoiridium executivo de marca de suplementos | 3.995 | 339 | 1,50% | não |
| @charles.formigari fundador de marca de suplementos | 2.712 | 246 | 2,75% | não |
| @celopacifico cofundador de marca de suplementos | 2.520 | 134 | 11,61% | não |
| Mediana de perfis pessoais de 10 mil a 50 mil seguidores, 2026 | · | · | 0,54% | · |
| Mediana do Instagram, todos os setores, 2026 | · | · | 0,30% | · |
Coleta pública de 28/09/2026, mesmo método aplicado aos seis perfis: curtidas mais comentários sobre seguidores exatos, por publicação, mediana das 36 publicações mais recentes de cada perfil.
Três dos seis perfis da tabela passam de 10 mil seguidores, e entre eles a maior mediana é a de Marcos, 1,45%. O cofundador de líder em suplementos, com 225.611 seguidores, fica em 0,76%; a CEO de grupo de suplementos, com 78.769, em 0,48%. São 17,3 vezes e 6,1 vezes mais audiência que a dele, com mediana menor.
A régua de perfis pessoais desse porte em 2026 é 0,54%. Marcos marca 1,45%, ou 2,69 vezes essa linha, e 4,8 vezes a mediana do Instagram considerando todos os setores, que é de 0,30%.
O executivo de marca de suplementos aparece com 1,50% de mediana, contra 1,45% de Marcos, cinco centésimos de ponto percentual de diferença. Só que ele tem 3.995 seguidores e Marcos tem 13.008, 3,3 vezes mais gente para manter conversando no mesmo nível.
Primeiro: o resultado dele não é explicado pelo tamanho da audiência. Os dois maiores perfis medidos somam 304.380 seguidores e ficam abaixo da mediana dele. Em perfil pessoal, quanto maior a base, mais difícil manter a taxa de conversa, e por isso 1,45% com 13.008 seguidores é o dado mais forte desta comparação.
Segundo: as duas maiores medianas medidas mostram o que este formato aguenta. O cofundador de marca de suplementos com 2.520 seguidores marca 11,61% e o fundador de marca de suplementos com 2.712 marca 2,75%. São referências de mercado que operam em outra escala de audiência, com muito menos gente para responder a cada publicação, e o que elas indicam é que há espaço de subida acima de onde Marcos está hoje.
Terceiro, os limites, que são importantes. A janela de 36 publicações não cobre o mesmo período em todos: nos perfis que publicam muito ela pega cerca de seis semanas, enquanto no cofundador de marca de suplementos ela chega a 6,7 anos (de 04/06/2018 a 18/02/2025) e no fundador de marca de suplementos a cerca de 3,5 anos. Comparar medianas de janelas tão diferentes é comparar hábitos de épocas diferentes. A comparação usa mediana, e não média, de propósito: em quatro dos perfis medidos a média fica muito acima da mediana porque poucas publicações excepcionais puxam o conjunto, e no próprio Marcos a média é 1,74% contra 1,45% de mediana. Por fim, dois perfis tiveram publicações com curtidas ocultas, 6 em um e 9 em outro, que ficaram fora do cálculo da mediana deles, e os seguidores foram lidos no contador exato da página, não no resumo arredondado. Com essas ressalvas, a leitura que a tabela sustenta é direta: entre perfis pessoais do setor, o dele é o que melhor combina tamanho de audiência com taxa de conversa.
Das 36 publicações do período, 33 são imagem e 3 são vídeo. As imagens têm mediana de 1,48% e média de 1,79%. Os 3 vídeos têm mediana de 0,59% e média de 1,16%, e o mais recente é de 25/10/2025, onze meses antes desta leitura. Com três casos não se condena o formato: é amostra pequena demais para virar regra, e um dos três, o de 19/03/2025, marca 2,30%, acima da mediana do perfil.
O que move o resultado não é o formato, é o assunto. Bastidor de evento, show e marca são 15 publicações com mediana de 2,10%, enquanto homenagem a pessoa (5 publicações) fica em 0,76% e lugar e viagem (6 publicações) em 1,00%. Os dois maiores resultados das 36, 8,59% em 22/08/2025 e 3,86% em 20/07/2026, são imagens, e os dois anunciam a estreia de uma operação.
São 651 dias de grade, de 29/11/2024 a 11/09/2026: 3 publicações em 2024 (mediana 1,70%), 12 em 2025 (mediana 1,45%) e 21 em 2026 (mediana 1,43%). A mediana de intervalo entre publicações é de 11 dias. Houve três pausas acima de 60 dias, todas entre o início de 2025 e o início de 2026: entre 01/01/2025 e 19/03/2025 (77 dias), entre 11/04/2025 e 20/06/2025 (70 dias) e entre 25/10/2025 e 09/01/2026 (76 dias).
A retomada é clara e recente. De maio a setembro de 2026 são 15 publicações, cerca de 3,4 por mês, o que dá 0,79 publicação por semana nas 12 mais recentes contra 0,39 no conjunto das 36. A mediana subiu junto: 1,78% nas 12 recentes contra 1,45% nas 36. O ritmo atual é o melhor de todo o período lido, e é ele que vale como base, não a média dos dois anos.
19 das 36 marcam alguma conta e 17 não marcam nenhuma, com 52 contas diferentes citadas. A mais recorrente aparece 4 vezes (@samarapink_) e outras quatro aparecem 3 vezes (@eliferreiraaaa, @paidopulga_, @maferreirax e @marciastivalassessoria). O recorde numa só publicação é 8 marcações, em 29/11/2024, seguido de 7, em 22/08/2025.
As medianas ficam praticamente iguais, 1,48% com marcação e 1,43% sem: marcar por marcar não move o resultado, o que move é o fato que a legenda entrega. Sobre dia da semana não há conclusão possível: a sexta concentra 12 das 36 com mediana de 1,48%, colada na mediana do perfil, e os outros dias têm de 2 a 6 publicações cada. No horário, a única comparação com volume parecido dos dois lados é tarde (12 publicações, 1,48%) contra noite (11 publicações, 0,83%): é hipótese a testar, não regra.
Não há dado demográfico do público nesta leitura. A leitura abaixo é feita pelo que o perfil publica, por quem ele marca e pelo que a bio oferece, e não pelo que se diz nos comentários.
Em ordem de retorno sobre esforço. As três primeiras não pedem nenhuma produção nova: mexem só no que já está publicado no perfil.
Três dos seis achados se resolvem numa tarde, só mexendo no que já está publicado. Os outros são decisão de pauta, e é neles que a mediana de 1,45% tem espaço para subir.
Indicador: manter o engajamento mediano das 12 mais recentes em 1,78% ou acima enquanto as mudanças de cabeçalho entram no ar.
Indicador: mediana do mês acima de 1,78% e os comentários por 100 curtidas mantidos em 11,2 ou acima, que é a taxa do conjunto das 36.
Indicador: ritmo de 0,79 publicação por semana mantido ou acima, com a mediana das 12 mais recentes preservada acima de 1,45%.
Análise de Instagram de Marcos Ferreira · Nobox Group · leitura de 28/09/2026.
Os números vieram do que está publicado no perfil, em coleta pública. Nenhum dado privado de conta foi acessado.